Paixão de verão
Narrativa coletiva 8º ano
Uma noite de verão, uma jovem
bonita, de cabelos longos, com olhos grandes e azuis que faziam lembrar o mar,
decidiu dar um passeio à beira mar para refletir sobre a sua vida. Depois de
ter acabado uma relação amorosa, ficou com o seu coração destroçado e por isso
precisava de se sentir bem com ela própria.
Antes de chegar à praia, esbarrou-se
com um rapaz bonito, alto e moreno.
Olharam um para o outro, sentiram-se
atrapalhados, sem saber o que fazer.
- Desculpa - disseram eles ao mesmo
tempo.
Sorriram um para o outro e o rapaz
estendeu a mão e apresentou-se:
- Luís Eduardo, e tu?
A jovem, embaraçada, respondeu:
- Maria Leonor.
Ambos, envergonhados, continuaram o
seu passeio à beira mar e aproveitaram para se conhecerem melhor. Quando se
despediram, os dois tinham receio de não se voltarem a ver, então trocaram os
seus números para mais tarde se encontrarem.
Passados vários dias, Maria Leonor
recebeu uma chamada:
- Sim, quem fala?!
- Não te lembras de mim?! O rapaz
com quem te esbarraste na praia...?!
- Luís ?! - exclamou ela, espantada.
- Sim, eu mesmo. Estava a pensar se
nos podíamos encontrar hoje na nossa praia.
- Por mim pode ser, a que horas
podes?!
- Por volta das 20:30?!
- Sim, então até mais logo!
Beijinhos!
- Beijos!
Ela esteve horas e horas procurando
a roupa ideal para o encontro, na verdade ela sentia uma certa atração por Luís.
Aproximava-se a hora e ela estava
cada vez mais nervosa, sentia-se insegura, mas já não podia voltar atrás.
Quando chegou à praia, já Luís a
esperava e, para surpresa dela, com uma rosa vermelha para lhe oferecer!
Maria, corada, não sabia o que
fazer, então, gaguejando, agradeceu-lhe com um beijo no rosto.
Os dois sentados na areia, a ver o
pôr-do-sol, conversaram e trocaram vários olhares até que Luís se declarou,
pediu-a em namoro e Maria, apaixonada pelo rapaz, beijou-o, o que fez daquilo
um sim.
Luís levou Maria a casa,
despediram-se um do outro com amor.
A partir daí, foram muito felizes
durante duas semanas!
Maria estava iludida e a realidade é
que hoje em dia os namoros não se comprometem para sempre.
Conto coletivo, turmas do 8º ano
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